Vida que passa
A vida pede passagem
Com ideia e sentimento
Eu luto porém vencendo
Em que não sendo a contento
Transbordo de puro amor
Guardado como elemento.
Elemento das razões
De um ser que se aplica
As causas, faros, vitórias
Sobre as quais se qualifica
Enche de orgulho a raça
E estrada se multiplica.
Severino Honorato
poesias de don severoo
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
domingo, 28 de janeiro de 2018
Estudando a Obra - Conhecendo Autores de Cordel
Estudando a Obra - Conhecendo Autores de Cordel
Nasce
a Caravana do Cordel no Rio de Janeiro
Severino
Honorato
Rio
de Janeiro, 03 de janeiro de 2018.
Ficou
para trás, aquele outubro de 2016, em que um grupo composto por
quatro entusiastas das letras do cordel, criaram na cidade do Rio de
Janeiro, um movimento intitulado de Caravana do Cordel. Movimento com
objetivos tenazes e eivados de muito mais que apenas boa vontade; mas
para além e sobre tudo, preocupado e de olho no que nos faria ser
aplaudidos pela ancestralidade cordeliana, dos gênios que nos
precederam.
Em
2016 nossos motores poéticos foram ligados! Em 2017 foram aquecidos
e em 2018 será a hora e a vez de destacar os feitos do homem da
Fazenda Melancia, no sertão paraibano.
Ora
pôs, foi-se, aos nossos olhos, o tempo em que começaríamos uma
oficina ou palestra, dando principal ênfase as ditas raízes
ibéricas, de modo exclusivo, sobre o nosso Cordel. Em vez disso, nos
deixemos entregue ao signo nordestino da genialidade de Leandro Gomes
de Barros, Silvino Pirauá e outros que por ventura nos esqueçamos
de citar, evidenciando seus feitos em outros momentos da história
desta arte. Pois vejamos o que disse, numa décima, o poeta Zé
Salvador, um dos integrantes da Caravana, em mote do poeta Silvano
Lyra.
Neste
mundo de meu Deus
Por mais distante que seja
Pois eu já vi entre os meus,
Se procurar tem quem veja
No meio de amigos seus,
Expressar seu bem querer
Ao nordeste e, vou dizer:
É corriqueiro esse tino
Não conheço um nordestino
Que se envergonhe de ser!
Por mais distante que seja
Pois eu já vi entre os meus,
Se procurar tem quem veja
No meio de amigos seus,
Expressar seu bem querer
Ao nordeste e, vou dizer:
É corriqueiro esse tino
Não conheço um nordestino
Que se envergonhe de ser!
Portanto,
como fica claro, nem o Homem e muito menos esta arte poética, se
envergonham da origem que traduz sua identidade regional, com vocação
para o aprecio do mundo.
E
no compasso do tempo de um 2018 próspero, estamos mergulhando em
profundidade, “in-trasolo leandrino”, na certeza de que há muito
a ser feito para que nos orgulhemos da contemporaneidade de sermos os
poetas da nova safra desse segundo milênio.
Uma
agenda se estabelece, e sobre a qual nos debruçamos, enquanto
coletividade, para que possamos comemorar de forma efusiva chegado ao
fim desta fatia de tempo, em 31 de dezembro.
Ah,
seja parceiro, parceira! Nos contrate para animar seus eventos, suas
reuniões e festas! Contrate nossa produção poética de texto sobre
datas e pessoas. As escolas e instituições precisam da poesia do
cordel brasileiro. Quem conhece nosso cordel, se não souber,
aprenderá como pisar nesse chão devagarinho!
A
seguir, os nomes que compõe a Caravana do Cordel no Rio de Janeiro:
Aderaldo
Luciano
– pesquisador e poeta; Edmilson
Santini
– poeta e ator; Severino
Honorato
– poeta, oficineiro e editor e Zé
Salvador,
poeta, sonetista. E você, o que está esperando para nos contactar?
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Lua Branca - a poesia no relâmpago!
Lua branca
Lua branca
Lua franca
Qual é a tua verdade?
Dizes o quanto
Mereço
E qual é
Mesmo o meu preço,
Pra viver felicidade?
Lua branca
Lua franca
Para que tanta franqueza?
Falas com jeito
E carinho;
Por escolha,
Este caminho,
Será o que eu mereço?
Lua branca
Lua franca
Onde tu fazes morada?
Deixa-me teu
Endereço
Caixa postal,
Telefone
CEP, correio eletrônico,
Porque não completo nome?
Lua branca
Lua franca
Será que o sol te namora?
Lua de beleza
Rara
Tua verdade é tão clara,
Que me faz perder
A fala
E inventar esta história!
Lua branca
Lua franca
Preservas meu sentimento?
Quantos veem teu brilhar,
Ao envelhecer do dia?
As forças ditas do tempo
Faz a memória vazia!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
No quarto ano da Biblioteca Comunitária Nélida Piñon - parte 2
Nossa acadêmica é recebida pelo fundador da Biblioteca Nélida Piñon em nossos festejos do dia 11 de maio.
No quarto ano da Biblioteca Comunitária Nélida Piñon
Apenas uma breve amostra do nosso 4º ano de existencia, em nome da cultura e da arte da Literatura. Na mesa, a nossa patrona, Acadêmica Nélida Piñon, que nos visitou, deixando-nos impressionados com sua simplicidade e sabedoria literária.
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